A Banda

Alves Baby

Explosões…

Se de uma explosão teve origem o universo, e se uma explosão tem origem a concepção, também de uma explosão tem origem a música. Pelo menos, no caso dos Alves Baby. De uma nota nasce uma nova música e uma nova narrativa sonora. E esta é uma banda portuguesa de rock que faz das narrativas construídas sem voz mas com uma enorme paleta de vocábulos, o seu modus operandi.

Em cada canção, uma viagem. Em cada acorde, um bilhete para uma nova paisagem sonora. Com influências demasiado grandes para nomear, os Alves Baby fazem canções em rock instrumental, com influências de rock alternativo, indie rock, música ambiente, space rock, neopsicodelia, dream pop, shoegazing, chillwave ou tudo aquilo que se lhes queira ser apontado. Na verdade, a banda não perdeu um minuto a pensar nisso, excetuando o minuto que perdeu ao escrever esta biografia.

Não é na pertença a um género musical, que o coletivo se foca. Ao invés disso, é nas narrativas e nos enredos musicais dos seus temas, nas viagens ambientais e nas explosões de som, que André Sousa, na guitarra; Bruno Gonçalves, no baixo; e Hugo Pinto, na bateria; se focam. Todos eles oriundos da cidade de Lisboa, tão cheia de narrativas sonoras em si mesma, e membros de outros projetos e paragens musicais ao longo dos últimos 20 anos, iniciaram o seu percurso, enquanto Alves Baby, em 2012, quando lançaram o EP Rissol Aquecido. Desde então, vários temas têm sido trabalhados e pensados. E 2021 será o ano de lançamento de nova música para esta banda.

Numa só frase, Alves Baby é mais uma experiência sensorial sonora do que um conjunto de acordes para agradar a orelhas preguiçosas.

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